sábado, 20 de fevereiro de 2010

Sou um poeta em prantos,
disse que amo.
ela disse que não ama mais,
disse que não sou capaz,
que enacntou-se por outro rapaz,
esse sim agrada seus pais,
pois é mais rico saudável e lhe pode dar mais,
Disse pra não me entristecer
como pode esperar isso de mim?
Me maltrata, me pisa, porque não tira-me logo um rim?
Porque não decretas meus fim?
Pra esquecer-me afogo no gim, as dores e as mágoas, enfim;

Sou um poeta em prantos,
só queria fazê-la feliz, entratanto ela que não quis
Não morri mas fiquei por um tirz,
apaguei feito um quadro de giz.

Noutro dia, de ressaca
mas alegre, e isso não há quem negue
um sorriso agora me persegue
desde a hora em que minha voz se ergue e diz: Que ela vá pro diabo que a carregue e seja Feliz!


(João Vitor Carvalho)

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